Sol nos Olhos, Pés na Terra

O Blog da Dona Horta

Com a chegada do Natal chegam também as preocupações constantes com a alimentação. Pensamentos como “Vou aumentar de peso”, “Tenho muitos jantares de Natal, nem vale a pena tentar fazer uma alimentação saudável”, “Vou comer, perdido por 100, perdido por 1000” são típicos desta época mas que não podemos deixar que nos condicionem.

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O primeiro pensamento que devemos ter em mente é que os bons hábitos de saúde (alimentares e de exercício físico) trabalham-se ao longo de todo o ano e não apenas no mês de Dezembro. Se estabelecer os seus objetivos em janeiro e trabalhar para eles ao longo de todo o ano, não são as festas de fim de ano que o vão prejudicar.

No entanto, ao longo mês de Dezembro, é sempre possível ter algum controlo e foco nos nossos objetivos. Isto claro, se assim o desejar. É importante perceber que manter o foco ou desviar no mês de Dezembro é uma escolha pessoal e individual de cada um.


Pense no seguinte: se fizermos 5 refeições por dia, ao fim do mês de Dezembro fazemos 155 refeições. Se 10 destas refeições forem pontuais (4 refeições das festas e 6 jantares de Natal) isto corresponde a APENAS 6% das refeições. Este valor não é relevante para a alteração dos seus resultados.

No entanto, SE FOR ESSA A SUA ESCOLHA, há forma de ter algum controlo no que come nos jantares de Natal, caso o seu objetivo for a redução do peso ou a melhoria da saúde:

- Manter as rotinas diárias e semanais intocáveis: manter uma boa alimentação ao longo do dia e da semana, manter a prática de exercício físico, bem como a ingestão de água.

- Não ir para o jantar com fome: ao longo do dia deve manter a sua ingestão calórica normal, sem fazer qualquer tipo de restrição nas refeições que antecedem o jantar.

- Na escolha das entradas, opte por apenas uma que goste muito. Preferencialmente opte por entradas ricas em proteína (ex: queijo, salada de polvo). Evite a ingestão de pão.

- Opte por um prato mais saudável, preferencialmente de grelhados, com acompanhamento de legumes e uma fonte de hidratos de carbono. Caso tal não seja possível, garante sempre acompanhamento de legumes no prato, o que vai fazer com que controle melhor as quantidades ingeridas, e modere a ingestão de hidratos de carbono.

- Controle a ingestão de bebidas: se optar por álcool, alterne 1 copo de vinho com 1 copo de água; se optar por refrigerantes, escolha coca-cola zero ou água das pedras/frize de sabores; a melhor opção é a água, podendo sempre aromatizar com gelo e limão.

- Na sobremesa, se escolher comer um doce, opte por dividir uma dose com outra pessoa. O mais acertado é escolher fruta como sobremesa.

- Ao longo de toda a refeição, mastigue bem a comida , de forma calma, aproveitando e saboreando a comida e aproveitando o convívio.

- No dia seguinte, volte à rotina normal do seu dia-a-dia , sem compensações ou restrições.

No que diz respeito aos dias das Festas (Véspera e Dia de Natal, Véspera e Dia de Ano Novo) , tenho apenas 3 dicas simples para si.

  1. Mantenha a sua rotina diária nestes dias , exceto nas refeições festivas. Coma todas as refeições de forma saudável e equilibrada e não faça restrições exageradas.

  2. Mantenha a prática de exercício físico e a ingestão de água.

  3. Aproveite e desfrute destes dias com a sua família e amigos.

Como vê, as Festas de fim de ano não precisam de ser encaradas com medo ou desespero. Devem ser encaradas com paz, tranquilidade e muito respeito, por si e pelas tradições. No dia seguinte volta à sua rotina normal e tudo vai correr bem!

Desde já desejo-lhe um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

Que 2024 seja recheado de sonhos concretizados, valorização e muita alegria!

Um grande beijinho natalício da sua Nutricionista.

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N)

Email: anabraga423@gmail.com

Instagram: @anabraga_nutricionista

As mudanças de estação, a alteração do número de horas de sol e as mudanças de temperatura afetam muito mais do que os nossos sonos e a nossa vontade de trabalhar. Afetam também a nossa alimentação.

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Com a chegada do Inverno tudo muda: a temperatura baixa, os dias ficam mais curtos, a chuva passa a fazer parte da vista das nossas janelas, os cobertores e os robes saem do armário, ligam-se aquecedores, acedem-se lareiras, as árvores perdem as folhas e .... temos mais fome!

Mas será que isto é real? No Inverno temos mesmo mais fome? Vamos analisar vários aspetos.

  1. Transtorno Efetivo Sazonal

Não podemos falar na chegada do Inverno sem falar deste transtorno. Trata-se de uma condição que é causada pela alteração do horário de dormir e de acordar de acordo com o número de horas de luz. As nossas hormonas são produzidas de acordo com o nosso relógio biológico sendo que a diminuição das horas de luz no Inverno afeta a produção de melatonina e serotonina, que alteram o sono e o humor, provocando tristeza e depressão. Nestes casos, é natural existir alturas em que temos mais fome, é a chamada fome emocional. Quem sofre deste transtorno ou se sente mais em baixo no Inverno, deve procurar ajuda psicológica e nutricional de forma a conseguir passar a estação de forma mais tranquila e controlada.

  1. Aumento da ingestão de refeições de conforto

Com a chegada do tempo frio, e por vezes com alguma tristeza e depressão associadas, há maior tendência para a ingestão de comida reconfortante como guisados e assados, que são refeições tendencialmente com maior teor de gordura e hidratos de carbono. Estas refeições podem e devem estar presentes na sua mesa, mas pode ter alguns cuidados como controlar a quantidade de gordura e sal que coloca na refeição, controlar as quantidades no prato. e ter sempre legumes ou salada disponíveis.

No entanto, também é uma altura de maior consumo de sopas e chás/infusões, o que é uma vantagem para maior consumo de legumes e água.

  1. Necessidade de se manter bem hidratado

Nesta altura do ano, é comum que exista uma diminuição da ingestão de água. Nestes casos, deve substituir por outras formas igualmente interessantes como chás, infusões, sopas ou batidos. Não é só no Verão que podemos notar sinais de desidratação, com o frio do Inverno também necessitamos de um bom aporte hídrico.

  1. Diminuição da disponibilidade de frutas e legumes no Inverno

Devido às condições climatéricas que se vivem no Inverno, a disponibilidade de frutas e legumes é diferente e mais limitada, especialmente nas frutas. Seguidamente deixo a listagem de frutas e legumes característicos desta época do ano:

FRUTAS

  • Kiwi

  • Castanhas

  • Ananás dos Açores

  • Banana da Madeira

  • Laranja

  • Limão

  • Maçã

  • Pêra

  • Dióspiro

  • Romã

  • Tangerina/Clementina

LEGUMES

  • Couves

  • Agrião

  • Abóbora

  • Courgette

  • Beterraba

  • Cenoura

  • Nabo

  • Espinafres

  • Nabiças

  • Grelos

  • Chuchu

  • Alho-francês

  1. Prática de atividade física

Por fim, é também comum que a frequência da prática de atividade física diminua, especialmente ao ar livre. No entanto, é importante que mantenha alguma atividade física de forma a aumentar a temperatura corporal, ter mais energia durante o dia para trabalhar e eventualmente corrigir algum excesso calórico obtido através da alimentação.

Como vê, o Inverno pode ser negativo tendo em conta alguns pontos de vista mas conseguimos sempre torná-lo mais positivo se mantivermos um estilo de vida saudável. Não se esqueça que há muitas tradições que só acontecem nas estações mais frias como o Magusto, o tradicional Cozido à Portuguesa, a família reunida á volta da fogueira. Diga lá se não são boas razões para celebrar também esta época?

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N)

Email: anabraga423@gmail.com

Instagram: @anabraga_nutricionista

Com a chegada do Outono chega também a época tradicional dos frutos secos. Ou será frutos oleaginosos? Deixei-o intrigado? Vamos então aos esclarecimentos.

Ao contrário daquilo que costumamos dizer, frutos secos são efetivamente “frutas” desidratadas como as tâmaras, passas, figos, ameixas e alperces secos. Por outro lado, aquilo que comumente denominamos frutos secos como as nozes, avelãs, cajus, pistachios e amendoins, deveriam ser corretamente denominados de frutos oleaginosos, que, como o próprio nome indica, são ricos em óleos ou nas chamadas “gorduras boas”.

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Seguidamente deixo-lhe mais detalhes sobre cada um destes grupos.

FRUTOS SECOS Começando pelos frutos secos, estes são ótimas opções para substituir aquele docinho que nos apetece após o café ou à noite, pois, como podemos ver na tabela abaixo, eles são ricos em açucares por serem, como o próprio nome indica, fruta seca/desidratada.

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• Mas nutri, a fruta é saudável certo?

Certíssimo! E este tipo de fruta também é saudável, mas será sempre necessário considerar as quantidades.Através da consulta da Tabela de Composição de Alimentos (INSA) verificamos que 100g de figos secos têm 270kcal e 58,3g de açúcares. No entanto, sabemos que nem sempre é possível ingerir 100g do alimento e o caso dos figos secos é um bom exemplo (100g de figos secos – cerca de 13 figos).

Desta forma é necessário avaliarmos a informação nutricional dos figos secos por unidade, ou seja, por cada figo. Após análise detalhada, percebemos que 1 figo seco tem cerca de 20kcal, aproximadamente a mesma quantidade que 1 quadrado de chocolate negro. Desta forma, este tipo de frutos pode ser utilizado como alternativa ao chocolate, quando nos apetece um docinho.

• Nutri, afinal quantos figos secos posso comer por dia? DEPENDE. Das suas medidas antropométricas (peso e altura), dos seus objetivos, dos seus gostos.

NOTA A NÃO ESQUECER: É sempre mais saudável consumir a fruta fresca (com a plenitude dos seus benefícios) do que fruta processada (seja seca/desidratada, em batidos, em sumos). Qualquer que seja o tipo de processamento, vai sempre haver perda de nutrientes associada.

FRUTOS OLEAGINOSOS Os benefícios nutricionais dos frutos oleaginosos são incontáveis, mas (há sempre um mas não é?) temos que considerar que são muito calóricos por serem ricos em gordura, e, por essa razão, devem ser consumidos com moderação.

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Aquando da escolha destes alimentos, deve sempre optar pelas versões sem sal, “ao natural”. Se não gostar desta versão, pode também optar pelas versões torradas ou laminadas, tendo consciência que estas, devido ao processamento, têm alterações das propriedades nutricionais, e consequentemente, dos benefícios. Entre os inúmeros benefícios destes frutos destacam-se a proteção cardiovascular, através do controlo dos níveis de colesterol, menor risco de Diabetes tipo 2, por melhor controlo dos níveis de açúcar no sangue, e menor risco de obesidade, entre outros benefícios. No que diz respeito à obesidade, os frutos oleaginosos têm diversos papeis fundamentais: - Pela elevada quantidade de fibra e proteína, estes frutos promovem uma maior saciedade, pelo que são muito utilizados no controlo da ingestão alimentar, em casos de manutenção ou perda de peso. - São frutos muito crocantes e, portanto, são ótimos para ir comendo ao longo do dia de forma a controlar a fome emocional (“fome” que se regista em situações de stress e ansiedade e que muitas vezes se caracteriza por necessidade de alimentos específicos como alimentos crocantes, doces ou salgados). - O seu alto teor de gordura, prolonga o tempo da digestão, promovendo um controlo do apetite ao longo do dia.

• Nutri, como devo consumir estes frutos? Relativamente às quantidades, estas devem ser sempre adaptadas a cada pessoa, à sua idade e género, aos seus gostos e objetivos específicos, e para isso, deve consultar um nutricionista que o possa ajudar a definir essas quantidades e a ajustar individualmente. As quantidades também dependem de cada fruto, ou seja, não é a habitual “mão cheia” mas sim uma quantidade específica de cada fruto (ex: 2 nozes ou 6 amêndoas). Estas quantidades devem ser cumpridas de forma rigorosa para não exceder o valor calórico recomendado.

EM RESUMO Tanto os frutos secos como os oleaginosos são verdadeiras jóias nutricionais, repletas de sabor e benefícios para a saúde. Aproveitar a variedade destes frutos disponíveis no outono (e atualmente durante praticamente todo o ano!) é uma maneira deliciosa de cuidar da sua saúde. Lembre-se de consumi-los com moderação, uma vez que são calóricos. Adicione essas maravilhas naturais à sua alimentação e desfrute de todos os benefícios que eles têm para oferecer.

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga | Nutricionista CP 4196N Email: anabraga423@gmail.com Instagram: @anabraga_nutricionista

Setembro marca o início de um novo ciclo, trazendo consigo oportunidades de renovação, especialmente para as crianças e jovens que retomam as atividades letivas.

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Com o regresso às aulas, surgem as rotinas familiares e a necessidade de ajustar a alimentação para apoiar o bem-estar físico e psicológico de nossos jovens durante o novo ano letivo. O cuidado com uma alimentação saudável, variada e equilibrada desempenha um papel fundamental nessa jornada.

O período de início das aulas é, sem dúvida, um momento crítico para os pais que procuram orientação sobre como preparar refeições que maximizem o desempenho escolar dos seus filhos. Neste contexto, apresentaremos, de seguida, algumas diretrizes para facilitar esse processo.

PONTO 1: PREPARAÇÃO PARA O REGRESSO ÀS AULAS

Tão importante quanto organizar o material escolar dos seus filhos é analisar o seu horário escolar para determinar quais refeições serão feitas em casa e quais serão consumidas na escola. Quando se trata das refeições principais feitas na escola, é aconselhável optar pelo refeitório ou enviar comida de casa, permitindo um maior controlo sobre o que é ingerido. Essa decisão deve ser tomada em conjunto com a família, considerando também as preferências da criança/jovem. Quanto aos lanches intermédios, é altamente recomendável que eles sejam levados de casa, o que facilita o controlo das porções e a escolha de opções saudáveis. Mais adiante, forneceremos exemplos de combinações que tornarão os lanches das crianças não apenas nutritivos, mas também divertidos. Caso o seu filho precise de fazer refeições na escola, é importante orientá-lo sobre as escolhas mais saudáveis, incentivando-o a fazer escolhas conscientes.

PONTO 2: PLANEAR, PLANEAR, PLANEAR Estabeleça um dia da semana, de preferência aos fins de semana, para planear as refeições da semana em família. Registe tudo numa tabela que pode ser afixada no frigorifico, facilitando o acesso de todos. Inclua também os lanches nesse planeamento. Após o planeamento, crie uma lista de compras com todos os ingredientes necessários e, em seguida, faça as compras. Isso garantirá que a sua semana esteja bem preparada e tornará a sua vida mais conveniente. É crucial envolver o seu filho em todo o processo: no planeamento, na elaboração da lista de compras e nas próprias compras. Isso o fará sentir-se incluído e valorizado, permitindo que as suas preferências e opiniões sejam consideradas.

PONTO 3: LANCHES – NÃO PRECISAM DE SER UMA DOR DE CABEÇA

A questão dos lanches escolares sempre foi um desafio para os pais, e cada vez mais se discute o assunto, especialmente em relação às opções oferecidas pela própria escola.

"Nutricionista Ana, meu filho só quer comer bolachas e chocolates na escola porque é o que os seus amigos comem. O que devo fazer?"

Os lanches podem incluir bolachas, chocolates e outros alimentos atraentes para as crianças, desde que sejam incorporados de maneira saudável e em quantidades adequadas. Na verdade, o mundo da alimentação oferece-nos inúmeras possibilidades criativas!

Ao mesmo tempo, é importante explicar honestamente aos nossos filhos por que não devemos consumir uma barra de chocolate inteira ao lanche, mas podemos desfrutar de dois quadrados. Eles devem entender que podem fazer escolhas e compreender os motivos por detrás dessas escolhas.

A seguir, apresentamos um diagrama com diversas opções para criar lanches equilibrados para os seus filhos. Idealmente, o lanche, principalmente o da tarde, que geralmente é um período longo e pode envolver atividades extracurriculares, deve conter uma fonte de cada um dos três principais nutrientes: hidratos de carbono, proteína e gordura. As quantidades devem ser adaptadas ao crescimento e às necessidades individuais de cada criança ou jovem.

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Seguidamente, apresento 5 conjugações de alimentos possíveis para fazer um lanche saudável e equilibrado para o seu filho:

- Pão com queijo magro e frutos secos

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- Mini queijinho magro com fruta e frutos secos

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- Ovo cozido, palitos de cenoura e frutos secos

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- Pão com manteiga de amendoim e iogurte

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- Tortilhas de arroz com manteiga de amendoim e leite c/ chocolate magro

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Deixo ainda alguns websites onde poderá consultar informação fidedigna que ajudará na hora de tomar decisões relativamente à alimentação dos seus filhos.

nutrimento.pt

alimentacaosaudavel.dgs.pt

arodadaalimentacao.pt

Não se esqueça: se precisar de esclarecer alguma dúvida ou de um aconselhamento mais personalizado, pode sempre contactar-me e eu estarei totalmente disponível para ajudar.

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N) Email: anabraga423@gmail.com Instagram: @anabraga_nutricionista