Sol nos Olhos, Pés na Terra

O Blog da Dona Horta

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O mês de Agosto chegou e com ele as tão esperadas férias de verão. É neste mês que a grande maioria da população portuguesa tira férias de verão porque as crianças têm férias da escola e muitas empresas fecham também para descanso do pessoal.

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Muitas vezes a maior dificuldade nas férias é o pós, o momento em que voltamos às nossas rotinas habituais. Então como voltar à rotina habitual sem culpas? Deixo-te algumas dicas:

1. Deixar algumas refeições pré-preparadas e congeladas, como sopa e legumes.

2. Recomeçar com passos pequenos, pequenas mudanças que levam ao sucesso: beber 1L de água, garantir legumes a ambas as refeições principais, comer 3 peças de fruta por dia.

3. Regressar gradualmente à prática de atividade física: é normal não conseguir retomar logo a frequência de atividade física que praticava antes das férias, seja porque esteve parado(a) muito tempo ou porque a semana de regresso ao trabalho é mais desafiante, mas comece por baixo, e vá aumentando a frequência do longo do tempo.

4. Garantir o consumo de refeições intermédias para não ter muita fome nas refeições principais.

5. Regressar às rotinas de sono e descanso habituais.

O regresso das férias pode ser difícil mas deve ser encarado com tranquilidade porque o nosso corpo precisa do seu tempo para aceitar as mudanças (mais tempo do que a nossa mente!).

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N)

Email: anabraga423@gmail.com

Instagram: @anabraga_nutricionista

Parece que finalmente o verão chegou em força e com ele vêm os dias longos de praia. E para dias longos, temos que ter refeições nutritivas. A tradicional Bola de Berlim é um clássico nas praias portuguesas mas também pode e deve existir espaço para snacks de praia saudáveis e nutritivos.

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Antes de te dar alguns exemplos, vou-te ensinar a construir um snack de praia saudável e nutritivo:

1 fonte de proteína

+

1 fonte de hidratos de carbono

+

1 fonte de gordura

Agora sim, vamos aos exemplos:

  1. Sandes com guacamole e ovo cozido

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  1. 1 peça de fruta + queijo magro + frutos secos

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  1. Tortilhas de milho + manteiga de amendoim + 1 iogurte liquido magro

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  1. Pudim de chia com fruta (iogurte + chia + fruta)

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  1. Tremoços + tomate cherry + frutos secos

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  1. Palitos de cenoura + hummus

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Espero que estas opções te ajudem a ter dias de praia mais saudáveis, nutritivos e acima de tudo saborosos! Partilha este artigo com os teus amigos e inspira alguém a ser mais saudável.

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N)

Email: anabraga423@gmail.com

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O Verão aproxima-se e com ele as festas e convívios com família e amigos. Nestas situações é comum as pessoas confecionarem ou comprarem mais comida que a que é realmente necessária e, por consequência, no final da festa há muita comida que sobra.

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E o que fazer com essa comida? Deixo-lhe 5 formas de organizar as suas sobras:

1. Organize as suas sobras em recipientes próprios e congele o que puder para ir consumindo nos meses seguintes.

2. Distribua as sobras pelos convidados da festa: cada pessoa pode levar uma porção de comida para a sua refeição do dia seguinte ou uma fatia de bolo.

3. Confecione outros pratos com os alimentos que sobram: aproveite as sobras de comida para rentabilizar outros pratos como saladas, wraps ou sandes, tortas ou quiches, risottos, paelhas, pizzas caseiras ou sopas/caldos.

4. Não tenha pressa de comer tudo de uma vez: não precisa de terminar com todas as sobras logo no dia seguinte à festa. Vá dividindo as sobras pelas refeições seguintes, sem pressas ou excessos.

5. Pode ainda optar por dar as sobras a uma instituição para ajudar quem, diariamente, tem pouca ou nenhuma comida na mesa.

Acima de tudo lembre-se que a comida faz parte da nossa cultura bem como os convívios e festas. E em determinadas alturas do ano, estes dois bem preciosos andam de mãos dadas e devem ser vistos com tranquilidade e não como um fator de stress.

Seja creativ@ com as suas sobras!

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N)

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As frutas e os legumes são alimentos difíceis de incorporar na nossa alimentação diária, especialmente na das crianças. É muito frequente, em contexto de consulta, ter clientes que me relatam não gostar de legumes ou que os filhos não gostam de fruta.

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Assim, criei um conjunto de estratégias que permitem a introdução gradual destes alimentos, de forma a treinar o palato e reeducar o corpo para a presença destes alimentos.

  1. Introduzir legumes nos cozinhados: uma das formas que podemos começar por introduzir os legumes é se os colocarmos em perfeita simbiose com outros alimentos que gostamos como a proteína ou os hidratos de carbono. Seguidamente dou-vos alguns exemplos práticos: arroz com legumes (tomate, cenoura ralada), carne picada confecionada com mistura de legumes cortados finamente (cogumelos, cenoura, tomate, alho francês), puré de legumes (brócolos, couve-flor) ou até mesmo misturar legumes no tradicional puré de batata.

  2. Introduzir cremes em vez de sopas: muitas vezes o problema reside nas consistências e não no sabor. Um creme de legumes é mais fácil de tolerar do que uma sopa com os legumes inteiros, então pode começar por introduzir cremes e gradualmente passar para as sopas.

  3. Experimentar formas diferentes de comer fruta: a fruta pode ser consumida em cru, cozinhada, desidratada, em puré, em sumo ou em calda. Cada uma destas formas tem os seus prós e contras claro, mas também é claro que é preferível comer fruta em calda do que não comer fruta de todo. Então se assim é, vamos optar pela forma que a pessoa preferir.

  4. Alterar as consistências: se não gostas de legumes cozidos ou crus faz batidos ou smothies. Se não gostas de fruta fresca, opta por puré ou sumos. A alteração das consistências de sólida para líquida ou cremosa, para além de ajudar na ingestão, facilita também o treino do paladar.

  5. Experimentar novas receitas com legumes e até com frutas: um desafio que gosto de lançar aos meus clientes é introduzir uma receita nova por mês. Neste caso, essa receita pode e deve incluir na sua composição um tipo de legumes ou até uma fruta, para assim mantermos o treino do palato.

Como vês, estas são pequenas estratégias que podes utilizar para começar a introduzir legumes e fruta nas tuas refeições, sem esforço. Se é algo que realmente queres mudar na tua alimentação, então começa já esta semana a implementar uma destas estratégias.

Vamos a isso?

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N)

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Abril é o mês em que se celebra a liberdade. Liberdade de um país, de uma nação, das pessoas. Mas também, e cada vez mais, se celebra a liberdade alimentar.

Mas o que é então a liberdade alimentar? A liberdade alimentar é a capacidade de escolhermos os alimentos que desejamos consumir, com base em preferências pessoais, necessidades nutricionais, valores éticos e acesso a recursos.

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Muitas vezes devido à constante necessidade de termos um corpo de sonho igual às influencers que vemos nas páginas de Instagram, ignoramos a nossa liberdade de escolha, e impomos a nós mesmos uma ditadura alimentar que muitas vezes dura uma vida inteira e pode provocar doenças de comportamento alimentar.

A minha função como nutricionista é mostrar que nós temos poder de escolha, temos liberdade para fazermos e comermos o que quisermos, sem censura própria ou por parte de terceiros.

Existem alguns pontos relevantes sobre a liberdade alimentar e que merecem destaque:

  • Direitos dos consumidores relativamente à alimentação: o direito à informação clara sobre os alimentos, o direito de escolher entre uma variedade de opções alimentares e o direito de acesso a alimentos de qualidade e seguros. Estes são direitos que muitas vezes não valorizamos, mas que é importante refletirmos e nos apercebermos sobre a forma fácil e rápida como temos acesso a eles.

  • Diversidade alimentar: de extrema importância para a nossa saúde e bem-estar. Esta diversidade alimentar, tanto em tipo quanto de origem, permite-nos ter uma dieta equilibrada e a preservação da cultura alimentar.

  • Cultura alimentar: as tradições culturais e a identidade alimentar podem influenciar as escolhas alimentares e a liberdade alimentar das pessoas. É muito importante respeitar e preservar as diferentes culturas alimentares num mundo cada vez mais globalizado.

  • Acesso a alimentos: as disparidades socioeconómicas podem limitar a liberdade alimentar de certas populações, como a falta de acesso a alimentos frescos e saudáveis em áreas urbanas e rurais, conhecidas como "desertos alimentares".

  • Escolhas alimentares conscientes: as escolhas alimentares podem refletir os valores pessoais e éticos, como preocupações com o meio ambiente, bem-estar animal, sustentabilidade e justiça social.

  • Educação alimentar: a capacitação das pessoas de fazerem escolhas alimentares informadas e saudáveis é da responsabilidade das escolas, comunidades e locais de trabalho.

Por outro lado, existem desafios na procura pela liberdade alimentar, como publicidade enganosa, falta de regulamentação, interesses corporativos e desigualdades estruturais que se poderiam resolver com a implementação de políticas públicas, advocacia, educação e iniciativas comunitárias.

A liberdade alimentar é essencial para a saúde, o bem-estar e a autonomia individual, e é necessário refletirmos sobre suas próprias escolhas alimentares e como podemos contribuir para promover uma maior liberdade alimentar junto da nossa comunidade.

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N)

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No passado dia 15 de março celebrou-se o Dia Mundial do Sono e o nosso artigo deste mês vem no seguimento dessas celebrações. Vamos então falar sobre a relação entre o sono e os bons hábitos de vida, nomeadamente a alimentação e a prática de exercício físico.

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Sabia que, em Portugal,

- 46% dos portugueses com idade igual ou inferior a 25 anos dorme menos de 6 horas por dia?

- 32% consideram ter um mau sono?

- 40% reportam dificuldade em manter-se acordados?

Estes números são de facto alarmantes e revelam que o sono é um dos primeiros parâmetros a ser desvalorizado. Quando saímos à noite, quando trabalhamos até tarde, quando temos filhos, o sono é sempre o facto que é desvalorizado porque “eu posso dormir depois”. No entanto, este “depois” torna-se no “já não preciso de dormir tanto porque o meu corpo já se habituou” e vemo-nos mergulhados num ciclo vicioso que, a médio e longo prazo, pode provocar alterações no sistema imunitário, hipertensão, alterações do perfil lipídico (como colesterol elevado), aumento da prevalência de doenças cardiovasculares, diminuição da tolerância à dor, entre outras complicações.

A curto prazo, uma das alterações que se nota imediatamente é um aumento do apetite porque existe uma desregulação das hormonas que o regulam (leptina e grelina). Para além de existir um apetite aumentado, muitas vezes existe ainda fome emocional associada, pois quando não dormimos ficamos mais irritados e ansiosos, existindo uma maior tendência para ingerir alimentos considerados de conforto porque “eu hoje preciso mesmo!”

Uma boa higiene do sono (evitar o uso de telemóvel, computador ou televisão antes de dormir, não realizar sestas superiores a 45 minutos, ter um horário regular para ir dormir), ter uma boa alimentação e praticar atividade física diariamente, são os fatores fundamentais para ter uma boa qualidade do sono.

Quanto à alimentação, existe um conjunto de alimentos que podemos ingerir e que nos vão ajudar a ter uma melhor qualidade de sono:

- Laticinios (nomeadamente, leite e queijo)

- Nozes e sementes

- Ovo

- Banana

- Peixes gordos (ex: salmão, sardinha)

- Peru

Por outro lado, existem substâncias como o álcool e a cafeína que prejudicam a qualidade do sono, e por isso o seu consumo deve ser evitado de forma frequente.

Para além destes alimentos, tenho mais algumas dicas que podem melhorar a qualidade do seu sono:

- Não comer grandes quantidades de comida ao jantar.

- Se houver necessidade de fazer ceia, deve ser adequada às suas necessidades (em quantidade e em tipo de alimentos).

- Deve parar a ingestão de água por voltas das 19h (para não ter de levantar de noite para urinar).

- Deve evitar refeições muito condimentadas e salgadas ao jantar.

- Garantir que existe um espaço de pelo menos 2h entre o jantar e a hora de deitar.

Em forma de conclusão, hoje deixo um desafio: vamos priorizar mais o nosso sono, sem nos preocuparmos com sermos apelidados de preguiçosos ou gozados por nos deitarmos cedo, mas sim porque os ganhos para a nossa saúde são inigualáveis!

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N)

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O artigo do mês de Fevereiro é uma ode ao trabalho feito pela Dona Horta. Para além da minha colaboração profissional com a Dona Horta, como nutricionista considero este tipo de serviços essenciais para a nossa organização e um dos primeiros passos a dar quando tentamos ter uma alimentação mais saudável.

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Então como podemos usar e abusar da Dona Horta em prol da nossa saúde? Deixo-vos com 7 pontos de extrema importância e que abordo diariamente em contexto de consulta de nutrição:

  1. INTRODUÇÃO DE HÁBITOS SAUDÁVEIS: o primeiro passo quando decidimos ter uma alimentação mais saudável é, obviamente, a adesão ao serviço da Dona Horta. E porquê? Porque permite teres acesso de forma simples e rápida a fruta e legumes (e outros produtos) de excelente qualidade, a um preço acessível, sem perderes horas infinitas no supermercado. Ao mesmo tempo, é uma motivação extra para a aquisição de outros bons hábitos como a confeção de pratos mais saudáveis e a prática de exercício físico.

  2. INTRODUÇÃO DE ALIMENTOS SAZONAIS: a sazonalidade dos produtos é um dos fatores que destaco na hora de escolher o que comer. Optar por frutas e legumes sazonais permite-nos variar os alimentos que consumimos ao longo do ano e a maximização do teor nutricional de cada produto, pois é na sua época específica que os alimentos estão no seu auge de nutrientes.

  3. RECEITAS NOVAS TODAS AS SEMANAS: ao aderir ao cabaz da Dona Horta tem direito todas as semanas a uma receita nova, que lhe permite experimentar novos pratos e mais uma vez, variar ao máximo a sua alimentação. Tem ainda o bónus extra de ter as respetivas receitas analisadas e melhoradas por uma nutricionista credenciada, caso pretenda uma versão mais saudável.

  4. EXPERIMENTAR ALIMENTOS NOVOS: aderir ao serviço da Dona Horta permite-lhe experimentar alguns alimentos novos que vão surgindo sazonalmente, experimentando novos sabores e, quem sabe, descobrir um novo legume favorito.

  5. SABOR, VARIEDADE, FRESCURA E TRADIÇÃO: os cabazes da Dona Horta são recheados de sabor, super variados e coloridos, com alimentos de produtores portugueses, o que permite apoiar a agricultura local ao mesmo tempo que se delicia com os sabores a que sempre fomos habituados. Todos os produtos são o mais frescos possível, alguns até colhidos no próprio dia da entrega dos cabazes.

  6. ADEQUAÇÃO DO CABAZ À SUAS NECESSIDADES: na Dona Horta, pode encomendar um cabaz ou apenas produtos extra à medida das suas necessidades, para que nada lhe falte na hora de fazer as suas refeições.

  7. PLANEAMENTO E ORGANIZAÇÃO: o cabaz da Dona Horta é o primeiro passo do planeamento e organização das refeições da sua semana. Quando recebe o cabaz pode logo preparar a sopa para toda a família, fazer legumes para ter acompanhamentos das refeições da semana ou até congelar alguns dos alimentos para utilização futura. Quanto à fruta, consegue ter sempre ter alternativas diferentes para os seus lanches ou para fazer aquele bolo saudável ao fim-de-semana. É um mundo infinito de opções!

Como vê, as razões para ter um serviço como o da Dona Horta são mais que muitas. Mais uma vez ressalvo que para além da minha colaboração profissional com a Dona Horta, este é um serviço que apoio e aconselho aos meus clientes, para ter ORGANIZAÇÃO, PLANEAMENTO, VARIEDADE e EQUILIBRIO na sua alimentação. A qualidade inigualável dos produtos e a acessibilidade do serviço são outras vantagens, sem deixar de destacar a forma familiar como é tratado em todo o processo.

Um GRANDE obrigada a todos os colaboradores da Dona Horta, o vosso trabalho é extremamente necessário para a saúde dos portugueses!


Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N)

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Antes de mais, FELIZ 2024! Espero que este ano seja de realização pessoal e profissional, sempre com muito amor, paz e saúde.

Começa um novo ano e com ele chegam as tradicionais resoluções de Ano Novo. É comum a “perda de peso” estar entre estas resoluções, mas muitas vezes esta resolução acaba por não ser concluída, criando mais um ano de frustração.

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Mas então, o que fazer para melhorarmos a concretização desta resolução?

Vamos começar com os chamados “babysteps” (pequenos passos):

- Começa por traçar objetivos realistas e específicos: perder peso é um objetivo ambíguo. Devemos definir exatamente o queremos, como o queremos fazer e com consciência das nossas limitações. Por exemplo: “Quero melhorar a minha alimentação, aprender a comer melhor, e no processo, melhorar a minha forma física na zona abdominal. Para conseguir isso vou hoje marcar uma consulta com uma nutricionista com a qual me identifico”

- Começa com calma: não tenhas pressa, leva o teu tempo a implementar os teus hábitos. Aprende a respeitar o teu tempo e o tempo que o teu corpo precisa para mudar e se adaptar a novas situações.

- Faz mudanças pequenas e consistentes: as pequenas mudanças fazem toda a diferença. Substituir lacticínios meio gordos por magros, reduzir a quantidade de azeite que colocamos no prato ou substituir os refrigerantes pela água às refeições principais são pequenos passos para o sucesso e que não custam nada a implementar. Depois é só termos consistência nestes pequenos hábitos e implementá-los sempre que possível.

- Não queiras mudar tudo de uma vez, começa pelas coisas mais fáceis para ti: se para ti é mais fácil começar por introduzir sopa às refeições em vez de teres legumes no prato, então é mesmo pela sopa que deves começar. Começar pelo mais fácil permite sentirmo-nos motivados para continuar e manter este hábito consistente ao longo do tempo.

- Faz alterações do meio envolvente: faz algumas alterações na tua casa de forma que as opções saudáveis estejam mais visíveis e sejam de mais fácil acesso. Assim terás maior tendência a optar por um alimento mais saudável em substituição de um menos interessante.

- Valoriza cada conquista: este é talvez o ponto mais importante de todos. A valorização das pequenas conquistas é muito importante e crucial para o processo de mudança. Deves valorizar o facto de comeres 2 peças de fruta por dia em vez de te penalizares porque hoje não te apeteceu comer fruta e optaste por um quadrado de chocolate.

- Não te sintas culpado/a: Se houver momentos de deslizes (que vão existir!) não te sintas culpado, não desmotives ou desistas de todo o processo. Esses momentos são normais e necessários. É a vida a acontecer e temos apenas que aceitar e lidar com esses momentos da melhor forma que conseguirmos.

Como vês, o processo de mudança é complexo e demora tempo, por isso, se queres que o mesmo seja sustentável, tem paciência e acima de tudo sê consistente.

Ouve o teu corpo, as suas necessidades, não te compares com terceiros, e acima de tudo, toma o teu tempo e respeita o teu corpo (e a tua mente)!

E sê feliz em todo o processo!

Até ao próximo artigo!

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Ana Braga (Nutricionista CP 4196N)

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Bad to the Brocolli

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Só quem produz brócolos 🥦🥦🥦 sabe o difícil que tem sido, principalmente nos últimos dois anos, produzi-los.

Variedades inadaptadas, chuva ácida ou, simplesmente, falta dela, falta de tempo para cuidar cuidadosamente (porque a família e a saúde estão e estarão sempre primeiro), intempéries.

Ter searas deles sem quebras, sem desperdício, verdinhos e bonitões, deixa-nos radiantes.

A cara feia era para o frio, sim? 😁

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Com a chegada do Natal chegam também as preocupações constantes com a alimentação. Pensamentos como “Vou aumentar de peso”, “Tenho muitos jantares de Natal, nem vale a pena tentar fazer uma alimentação saudável”, “Vou comer, perdido por 100, perdido por 1000” são típicos desta época mas que não podemos deixar que nos condicionem.

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O primeiro pensamento que devemos ter em mente é que os bons hábitos de saúde (alimentares e de exercício físico) trabalham-se ao longo de todo o ano e não apenas no mês de Dezembro. Se estabelecer os seus objetivos em janeiro e trabalhar para eles ao longo de todo o ano, não são as festas de fim de ano que o vão prejudicar.

No entanto, ao longo mês de Dezembro, é sempre possível ter algum controlo e foco nos nossos objetivos. Isto claro, se assim o desejar. É importante perceber que manter o foco ou desviar no mês de Dezembro é uma escolha pessoal e individual de cada um.


Pense no seguinte: se fizermos 5 refeições por dia, ao fim do mês de Dezembro fazemos 155 refeições. Se 10 destas refeições forem pontuais (4 refeições das festas e 6 jantares de Natal) isto corresponde a APENAS 6% das refeições. Este valor não é relevante para a alteração dos seus resultados.

No entanto, SE FOR ESSA A SUA ESCOLHA, há forma de ter algum controlo no que come nos jantares de Natal, caso o seu objetivo for a redução do peso ou a melhoria da saúde:

- Manter as rotinas diárias e semanais intocáveis: manter uma boa alimentação ao longo do dia e da semana, manter a prática de exercício físico, bem como a ingestão de água.

- Não ir para o jantar com fome: ao longo do dia deve manter a sua ingestão calórica normal, sem fazer qualquer tipo de restrição nas refeições que antecedem o jantar.

- Na escolha das entradas, opte por apenas uma que goste muito. Preferencialmente opte por entradas ricas em proteína (ex: queijo, salada de polvo). Evite a ingestão de pão.

- Opte por um prato mais saudável, preferencialmente de grelhados, com acompanhamento de legumes e uma fonte de hidratos de carbono. Caso tal não seja possível, garante sempre acompanhamento de legumes no prato, o que vai fazer com que controle melhor as quantidades ingeridas, e modere a ingestão de hidratos de carbono.

- Controle a ingestão de bebidas: se optar por álcool, alterne 1 copo de vinho com 1 copo de água; se optar por refrigerantes, escolha coca-cola zero ou água das pedras/frize de sabores; a melhor opção é a água, podendo sempre aromatizar com gelo e limão.

- Na sobremesa, se escolher comer um doce, opte por dividir uma dose com outra pessoa. O mais acertado é escolher fruta como sobremesa.

- Ao longo de toda a refeição, mastigue bem a comida , de forma calma, aproveitando e saboreando a comida e aproveitando o convívio.

- No dia seguinte, volte à rotina normal do seu dia-a-dia , sem compensações ou restrições.

No que diz respeito aos dias das Festas (Véspera e Dia de Natal, Véspera e Dia de Ano Novo) , tenho apenas 3 dicas simples para si.

  1. Mantenha a sua rotina diária nestes dias , exceto nas refeições festivas. Coma todas as refeições de forma saudável e equilibrada e não faça restrições exageradas.

  2. Mantenha a prática de exercício físico e a ingestão de água.

  3. Aproveite e desfrute destes dias com a sua família e amigos.

Como vê, as Festas de fim de ano não precisam de ser encaradas com medo ou desespero. Devem ser encaradas com paz, tranquilidade e muito respeito, por si e pelas tradições. No dia seguinte volta à sua rotina normal e tudo vai correr bem!

Desde já desejo-lhe um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

Que 2024 seja recheado de sonhos concretizados, valorização e muita alegria!

Um grande beijinho natalício da sua Nutricionista.

Até ao próximo artigo!

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